ESPM • Moviment
ESPM
MOVEMENT
Uma campanha que levou a Semana de 22 para as redes, ocupou o campus, gerou participação presencial e online e transformou evento em experiência de marca.
em modo ESPM.
> modernismo como meme
> artista como personagem social
> campus como mídia
> feed como extensão da experiência
[ cultura brasileira + linguagem contemporânea ]
Antes de virar evento, virou direção.
O projeto começou como uma provocação para toda a graduação da ESPM: abrir os campi para discutir os 100 anos da Semana de Arte Moderna, sem tratar o tema como uma homenagem distante.
Minha participação entrou desde a leitura do briefing até a apresentação do caminho criativo para a liderança. A ideia era simples de entender e boa de desdobrar: fazer o modernismo atravessar a escola com linguagem de hoje, ocupando feed, paredes, vídeos, sinalização e conversa.
Contribuí na construção do conceito, na defesa da ideia, na redação das chamadas e no desenho verbal dos desdobramentos. O trabalho foi feito em parceria com direção de arte, áreas acadêmicas e times de comunicação, conectando repertório cultural, execução visual e experiência de campus.
Redação publicitária, síntese conceitual, storytelling, apresentação de ideias, leitura de briefing, colaboração com liderança, parceria com direção de arte e visão de campanha integrada.
O movimento saiu do conceito e ganhou escala.
Os indicadores ajudam a mostrar a passagem da ideia para a presença real. O ESPM Movement ocupou eventos presenciais, programação online, redes sociais e materiais de campus com uma narrativa única.
Como a Semana de 22 falaria no feed?
O mote do ESPM Movement partiu de uma pergunta objetiva: se a Semana de Arte Moderna acontecesse hoje, quais códigos ela usaria para provocar?
A resposta levou o modernismo para a cultura digital. Memes, emojis, stickers, frases curtas, comentários e linguagem de post viraram ponte entre repertório histórico e comportamento contemporâneo.
A campanha não tratou Tarsila, Oswald, Mário, Anita e Menotti como personagens congelados. Eles viraram forças criativas traduzidas para o ambiente da escola e para a circulação social.
Brasil, cor e imagem forte. A referência virou potência visual para ocupar paredes e feed.
Antropofagia, ironia e frase de impacto. Material perfeito para lógica de meme.
Pesquisa, cidade e identidade brasileira. Um pensamento com vocação de thread.
Evento, palavra pública e provocação. A conferência modernista em ritmo de post.
Ruptura estética e coragem visual. A quebra de padrão antes do algoritmo.
Os modernistas entraram em modo social.
As novas imagens ampliam a leitura do case: cada personagem deixa de ser apenas referência histórica e vira peça de comunicação, com humor, síntese visual e vocabulário de rede.
O conjunto reforça o raciocínio central da campanha: transformar a Semana de 22 em repertório vivo, com peças capazes de funcionar no feed, no campus e no imaginário dos alunos.
KV, campus, feed e evento no mesmo gesto.
O conceito não ficou preso a uma peça principal. Ele se abriu em um sistema de campanha com peças físicas e digitais capazes de sustentar o evento antes, durante e depois da programação.
Identidade de campanha com linguagem modernista, cor, ironia e leitura rápida.
Posts, cards, chamadas e capas de evento para Instagram e canais institucionais.
Adaptações pensadas para circulação rápida em tela pequena e compartilhamento.
Adesivação, ambientação, sinalização suspensa e peças de passagem pelos corredores.
Registros dos eventos e da ocupação física para prolongar a experiência no digital.
Chamadas, microcopies, raciocínio verbal e narrativa de campanha para dar unidade ao projeto.
O evento ganhou corpo no espaço.
A criação transformou uma agenda acadêmica em presença institucional. A escola não apenas comunicou o tema. Ela passou a carregar o tema nos seus corredores, paredes, pontos de passagem e canais digitais.
Minha atuação envolveu redação e coidealização: construção do raciocínio criativo, textos de campanha, chamadas, adaptação do repertório modernista e orientação verbal dos desdobramentos físicos e digitais.
O campus como mídia.
O vídeo registra a adesivação e a ambientação dos espaços da ESPM, uma das entregas centrais do case. A campanha saiu da tela e passou a interferir no percurso real dos alunos.
Essa ocupação deu escala à ideia. Cada deslocamento pelo campus virava contato com o tema, reforçando o evento antes mesmo da programação começar.
A programação também virou registro.
Os vídeos dos encontros ajudam a fechar a leitura do case: não era só uma campanha bonita para anunciar uma agenda. Havia programação, público, conteúdo e presença real de comunidade.
Evento em movimento
Registro em vídeo da programação que levou o conceito para a experiência ao vivo.
Presença de campus
Conteúdo audiovisual que reforça a dimensão presencial e institucional do projeto.
Memória pública
Registro que amplia a vida útil do evento e ajuda o case a ser lido como movimento.
Quando o conceito subiu a escada.
Estas peças ampliam a leitura da ocupação física do case. Aqui, a campanha aparece aplicada em áreas de circulação e pontos de contato do campus, reforçando a lógica de que o evento não deveria ser apenas anunciado, mas vivido.
As imagens mostram desdobramentos de ambientação que ajudaram a transformar o campus em mídia: adesivação da escada, peça interativa e mural temático. Antes mesmo do clique para ampliar, elas já entram em tamanho suficiente para sustentar a leitura visual do projeto.
Escada / vista 01
Escada / vista 02
Escada / vista 03
Peça interativa
Mural
A campanha em quatro movimentos.
A lógica criativa foi organizada para ser entendida rápido: atualizar a referência, ocupar o campus, gerar conteúdo e ampliar a experiência nos canais sociais.
Semana de 22 como ponto de partida cultural.
Memes, emojis, stickers e frases de impacto.
Adesivação e tematização dos espaços da ESPM.
Posts no Instagram como extensão pública da ação.
Do corredor ao Instagram.
A presença no perfil da ESPM ampliou a vida útil da campanha. O que era experiência no campus virou registro público, reforço de marca e conteúdo compartilhável.
O movimento em circulação
A campanha aparece no canal oficial da escola como registro de linguagem, espaço e comunidade.
Presença continuada
A recorrência no feed ajuda a sustentar a percepção de movimento, não apenas de divulgação pontual.
O tema também estava no centro da conversa cultural.
Com o refinamento da busca, foi possível reunir referências mais diretas sobre o projeto e seu contexto. O bloco abaixo funciona como endosso público: mostra o evento citado em publicação editorial da própria ESPM, em cobertura externa e em documento institucional oficial.
ESPMovement com o jeitinho ESPM de ser
Publicação que registra o evento entre 19 e 21 de outubro, descreve a programação e reforça a dimensão nacional do projeto.
Coletiva destaca o ESPMovement
A publicação Coletiva noticia o evento e registra que a iniciativa ocorreu simultaneamente nas unidades de Porto Alegre, Rio e São Paulo.
PDI da ESPM 2022–2026
O plano institucional da ESPM cita o ESPM Movement como evento realizado no segundo semestre de 2022 para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna.
Desvintedois | ESPMovement
A revista DSG da ESPM também registra o encontro, ampliando o lastro editorial do projeto dentro do ecossistema da escola.
Especial da Semana de 22
O Portal de Jornalismo ESPM dedicou uma edição ao centenário, reforçando que o projeto dialogava com uma conversa institucional mais ampla.
ESPM em cultura e criação
A presença da ESPM no Google Arts & Culture reforça o território de arte, educação, pesquisa e experimentação que sustenta o case.
VEM A.I.
Na edição dedicada à inteligência artificial, a chamada VEM A.I. traduziu o tema em uma solução verbal imediata. O som de “vem aí” encontra a sigla A.I. e cria uma entrada simples para um assunto complexo.
Cultura virou experiência de marca.
O ESPM Movement conectou repertório cultural, linguagem digital e ocupação física em uma campanha institucional de leitura rápida e alta presença visual.
Para o portfólio, o case mostra uma competência central: transformar tema acadêmico em conceito publicitário, e conceito publicitário em experiência real de marca.
O ESPM Movement funcionou porque tratou o modernismo como matéria viva: uma referência histórica capaz de virar campanha, presença física, conteúdo social e memória institucional.
Ficha técnica
Um evento ocupa uma data. Um movimento ocupa o espaço, o feed e a memória.
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